Dieta e treino podem ser feitos juntos?



Dieta e treino podem ser feitos juntos?

Entenda como a dieta e o treino interagem e qual é a recomendação para que sejam feitos juntos

 

“Perca 5kg em uma semana”, “Dieta da sopa”, “Suco emagrecedor”, você já deve ter ouvido falar disso e talvez até tentado algumas delas, certo? Mas o melhor processo para atingir seu objetivo é treino e alimentação correta. A perda de porcentagem de gordura deve ser acompanhada ao fortalecimento dos músculos e aumento de massa magra, o que é o mais importante. Em conjunto, esses processos fazem com que o emagrecimento seja saudável e que a pele se ajuste as novas medidas do corpo.


“A rápida perda de peso a partir de dietas com baixas calorias e restritivas podem resultar em perda de massa muscular”, relata Ana Paula. A dieta para quem quer perder peso é quase a mesma de quem tem como objetivo a hipertrofia, o que muda é a quantidade de carboidrato, proteína e calorias que precisa ser ingerida, e nada de recorrer aos suplementos. “Lógico que cada dieta é maleável de acordo com o caso, porém nenhum processo de emagrecimento deve ter como objetivo parar de comer, e sim se alimentar bem”, explica Ana Paula.


Ir treinar sem se alimentar também não é uma boa dieta, pelo menos não para os iniciantes, apenas para indivíduos treinados - existe uma dieta em que o desportista fica de 8 a 18 horas em jejum intermitente. A prática de dietas como essa pode ser prejudicial ao desempenho do praticante e causar fraquezas e desmaios.


O indicado é se alimentar de 40 min a uma hora antes de ir praticar exercícios, assim o corpo consegue reter as substâncias necessárias. Caso não seja possível fazer esse intervalo, um alimento de rápida absorção é uma boa saída.


Acordar no dia após o treino sentindo o corpo inteiro doer é incômodo, principalmente quando ainda tem mais atividade pela frente. Dores e fraquezas musculares podem ter diversas causas, e algumas são consideradas normais. No treino, o músculo sofre micro traumas, que passam por um processo inflamatório e é cuidado pelo próprio corpo. Durante esse processo, o local atingido cria uma defesa aos traumas, ficando mais resistente para os próximos treinos.


Uma boa alimentação não vai curar as dores, as fraquezas e os espasmos que o corpo sofre no dia seguinte, porém ameniza a intensidade. “É necessário ter uma alimentação equilibrada para que ocorra uma melhor recuperação muscular e energética após o treino, por exemplo: carnes magras, ovos, leite e derivados e feijões; cereais, frutas, pães, tubérculos, farinhas, arrozes e massas; frutas, legumes e verduras, e gorduras boas como nozes, castanhas, azeite, abacate e coco”, indica Ana Paula. Saiba mais em: www.health4u.com.br

 

 

 

 

 

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