Bem-estar no trabalho é qualidade de vida para sempre



Bem-estar no trabalho é qualidade de vida para sempre

Seminário fruto da parceria entre o Ganha Quem Perde e a ABQV discute boas práticas de bem-estar corporativo e seus reflexos


Passamos mais de 1/3 da nossa vida no trabalho. Nessas oito horas em que estamos no ambiente corporativo, quantas delas são utilizadas com qualidade de vida? Essa foi a questão central do Seminário Saúde e Bem-Estar nas Empresas, o primeiro da parceria entre Ganha Quem Perde e a Associação Brasileira de Qualidade de Vida (ABQV).


A idealizadora do Ganha Quem Perde, Adriana Próspero, afirmou que acredita no valor da experiência para que haja melhoria de vida dentro do trabalho e, consequentemente, na vida de cada pessoa,


Dentre os palestrantes convidados para falar sobre o assunto estavam Rodolfo Milani, consultor médico da Aon Brasil, Márcia Agosti, gerente médica da General Electrics, Sueli Soares Silva, coordenadora na Aon Brasil, José Coelho, responsável pela gestão de pessoas do Grupo CCR e Eduardo Bahia, renomado médico do trabalho e cardiologista. O ponto em comum entre todos eles é a implantação de programas de qualidade de vida dentro das empresas, como consultores ou responsáveis pelo projeto, seus desafios e resultados.


Alimentação X qualidade de vida

Um dos pontos levantados por todos os convidados é o reflexo da alimentação na qualidade de vida e produtividade de quem trabalha. Segundo José Coelho, da CCR, cerca de 40% dos gastos em vale refeição e alimentação dos funcionários da empresa é feito em redes de fastfood. Mas como é possível reverter essa situação?


Márcia Agosti afirma que o segredo para orientar e evitar comorbidades nesses casos é trabalhar com o esquema de coaching. “É preciso primeiro escutar antes de falar e fazer a pessoa entender o que é o risco”. Segundo ela, o coaching é uma experiência positiva porque lida primordialmente com a necessidade do outro.


Para ela, é preciso dar atenção especial a quem tem dificuldades em mudar seus hábitos de vida, olhar de maneira mais cuidadosa para quem não consegue, por exemplo, sair do sedentarismo e entender os motivos que levam a essa inércia.


Nesse sentido, as lideranças dentro das empresas são primordiais. Para Sueli, da Aon Brasil, a comunicação é uma ferramenta importantíssima para que as pessoas possam aderir a programas de qualidade de vida dentro das empresas.


Respeitar as características individuais é outro ponto levantado, Segundo Rodolfo Milani, da Aon Brasil, não se pode apenas falar sobre pessoas: “cada pessoa tem uma história de vida”, afirma o especialista, que reitera que isso precisa ser levado em consideração.


Vencemos o tabagismo, perdemos para a obesidade

Milani explica que os desafios da saúde ocupacional e dos profissionais de qualidade de vida são eternos mutantes, por isso é preciso estar sempre atento. Um exemplo disso é a mudança no maior fator de risco para pessoas que trabalham: antes o tabagismo, agora a obesidade.


Se por um lado os índices de tabagismo foram brutalmente reduzidos, segundo dados do Ministério da Saúde, chegam a 30%, por outro lado estamos cada vez mais pesados, com um aumento de peso médio de 10% a 12%.


Agora o maior desafio dos profissionais da saúde é não apenas informar, mas também fornecer subsídios para que aconteçam mudanças reais nos hábitos de vida e, assim, garantir mais bem-estar em todos os ambientes, no trabalho e na vida pessoal. “Esse é o sentido da existência do Ganha Quem Perde, para transformar informação em ferramentas reais de mudança de vida, porque ganha quem perde os maus hábitos e consegue viver melhor e de maneira mais saudável”, finaliza Adriana Próspero.


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