Pitaya é fruta exótica que beneficia a saúde



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Pitaya é fruta exótica que beneficia a saúde

Exótica e refrescante, a fruta tem alto valor nutricional e é poderoso antioxidante

 

Com uma cor rosa vibrante de dar inveja às outras frutas, a pitaya vermelha vem conquistando o paladar dos brasileiros neste verão. Originária das florestas tropicais do México - hoje também encontra-se distribuída pela Costa Rica, Nicarágua e Malásia - a pitaya é uma fruta exótica de uma planta rústica da família Cactaceae e, além de saborosa e refrescante, é rica em nutrientes como, oligossacarídeos, vitaminas, minerais e polifenóis, que possuem inúmeros benefícios para a saúde.

 

Segundo a nutricionista Chris Castro, o fruto do dragão – como também é conhecida a pitaya, contém uma grande quantidade de água – que auxilia na hidratação da pele. Já suas sementes colaboram para o fortalecimento, crescimento e desenvolvimento saudável do cérebro, pois possuem alto conteúdo de ácidos graxos insaturados – ômega 6. Na polpa, encontram-se os oligassacarídeos - carboidratos não utilizados como energia pelo organismo - que atuam como prebióticos e colaboram para a saúde das células intestinais. Enquanto a alta quantidade de vitaminas C e E, junto com os polifenóis, agem como potentes antioxidantes.

 

Comparada à pitaya da polpa branca, um estudo realizado pela Revista do Instituto Adolfo Lutz concluiu que a composição nutricional da polpa vermelha mostrou-se superior à branca, uma vez que apresentou um maior potencial de antioxidantes. Sendo assim, o consumo diário recomendado da fruta – 25g (quase uma pitaya inteira) auxilia no bom funcionamento intestinal, na redução do nível do colesterol e da pressão sanguínea, controla a glicemia, inibe o crescimento de melanomas e age em prol da firmeza da epiderme. Além disso, por apresentar um baixo teor calórico, a pitaya também é uma ótima sugestão para regimes e controle de peso.

 

Entre os benefícios para os homens, a fruta pode aumentar a quantidade e qualidade de esperma. “Esse benefício se dá provavelmente pela redução dos radicais livres, reduzindo a formação de moléculas de oxigênio reativo que, em altas quantidades, levam ao estresse oxidativo e lesam as células testiculares”, completa Chris Castro, que analisou um estudo desenvolvido pela Biomedical Research.

 

 

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